terça-feira, 22 de abril de 2008

A inocência
A carência
A auto-ausência
A eloqüência de um Ser
A paralaxe de uma Alma desincronizada da matéria
A espera por algo que não se sabe
A angustia que vem
Que vem e não vai!
O Fôlego
A síntese, A morte, Uma puberdade,
A serenidade
Verdade, Verdade, Verdade
Todo aquele carpe diem que não nos pertence
Eu reencarno, caso e divorcio
o ócio, o ócio......... o grande negócio
Vou por mim, não por ti;
No juízo final, só garanto por mim.

Um comentário:

Murilo disse...

Fala Márcio!! Tudo bom?! Lembrei que você escrevia poemas e vim ver se você tinha um blog, e olha onde vim parar?! ;)
Pelo que eu saiba você tem bem mais coisas que escreveu do que está postado nesse blog. Coloque ai as outras coisas que você já escreveu antes também.
Abração ai cara, continue escrevendo.