quarta-feira, 7 de maio de 2008

Carência, o meu próprio desleixo
De mim mesmo uma ausência
Clemência, clemência .... choro eu,
a coitada vitima do meu próprio orgulho


Cade meu grande amigo, por ande andas aquele amor?
O que fiz por mim? Tudo aquilo que deixei para os outros
E para quê?!
Continuo aqui, só,... comigo.... e isso deveria ser bom
A felicidade se esconde em mim mesmo
O ser feliz que sou eu, latente querendo ser descoberto....
descobre-me então, de um tolo véu de vaidades
e descubro por de baixo dele que eu estou - lá
Eu, o meu melhor amigo
Eu, o meu grande Amor
Eu, minha própria medida e a medida de todas as coisas
Eu, a própria vida, a única que posso viver
E descubro muito mais....
Descubro que posso, a felicidade e o poder
Encontro-me com o Bem, encontro-me mais uma vez comigo
E para o falsa moral que pensar que estou sendo egoísta,
Não digo nada, apenas dou risada de sua inocência... esta ainda terá muito o que descobrir

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