segunda-feira, 12 de maio de 2008

Caverna do alivio

O pensamento pesadamente repetido. Sinto uma cãibra em meu pensar
Fundo idéias em ideais, caso rancores com todos aqueles rumores que a mente me mente como ilusão
As mesma cenas são repetidas num filme sem nexo, cujo roteiro é simplesmente avisar que aquele evento ocorreu fora de lugar
Cismado sou, deixo as vezes a ansiedade tomar o meu lugar... e repito no coração palpitado tudo o que havia acabado de pensar
Aquele medo velho de não dar certo, e aquela certeza insistente de que algo está errado
E ao meu lado procuro algo para me apoiar e vejo minha própria cabeça, destituída de um corpo, sem alguma orientação para pensar

Do que seria preciso para tudo voltar ao lugar?
Qual terapia resolveria esse vicio no pesado pensar?

Preciso encontrar o meu lugar,
O lugar que é meu, lugar que sou eu

Quais crenças eu acreditei?
De quem que são essas idéias que eu aceitei?
Quando foi que ao medo eu cedi o meu próprio lugar de estar?

O sorriso pode se abrir em meio a um dia de chuva, tornando o cinza no belo arco-íris de se Ser
Qual foi o raio de luz que um dia encontrou a escuridão?
Se sou a minha luz, tristezas não quero mais não.

2 comentários:

Anônimo disse...

gosteeeeeeeei! também tenho essa vontade de ficar escrevendo um monte de coisas...é que eu escrevo musicas e o que eu achei legal e cativante no q vc escreveu foi q uma palavra puxa a outra trazendo uma linha de raciocinio surpreendente.....continue escreendo q eu vou estar sempre dando uma passadinha nesse blog. obrigada! ah e se puder passe no meu!!!!!!! BYE

Anônimo disse...

gyah!esqueci
brunasnieto.blogspot.com
é o endereço
vlw